
Em entrevista à Coluna da Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, falei sobre o crescimento do modelo de saúde baseado em valor — que remunera hospitais e médicos pelos resultados clínicos do paciente, e não pelos procedimentos realizados.
Nos últimos cinco anos, esse modelo tem se expandido bastante no Brasil, já alcançando mais de 10% dos hospitais privados de médio e grande porte e milhões de beneficiários de operadoras e cooperativas.
Acredito que essa mudança é crucial, porque a insustentabilidade do modelo atual da saúde suplementar é um fato notório. Novos mecanismos e ideias, que têm como objetivo racionalizar os gastos, vêm ganhando força e servem como verdadeiro respiro para o setor.
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